Sexta-feira, Novembro 20, 2009

estou em reflexão...


O homem aranha foi preso

Chão invisível

Um anúncio muito bem elaborado sobre o metro de Madrid.


Definição de comissão



Comissão. Grupo de incompetentes nomeados por preguiçosos para fazerem algo desnecessário.

album de escola

Idiotas a brincar é o que dá...

bandido! Ficaste com a miúda...

Show de avião telecomandado

numa escola algures na Ásia...

Balloon bass and box

falto eu na foto


VAROPÉDIA

Assalto à Vara - assalto de fato e gravata
Che que à Vara - nome revolucionário de Armando Vara
Ovários - ninho de Varas
Vara de porcos - PS
Vara verde - corrupto inexperiente
Varação - encalhar a corrupção na PGR
Varamento - acto de bater em corruptos
Varanda - falcatrua em marcha
Varapau - a vara que julga o Vara
Varapau de corrida - carapau corrupto
Varar um barco - encher o barco de corruptos
Vardade - mentira
Varejeira - secretária do Vara
Vareta - desfalque à chuva
Variações - diversidade de golpadas
Variante - novo esquema corruptor
Variável - oscilação do preço da cunha
Varicela - Vara na cela
Varicose - licenciatura à Vara
Variedades - diferentes modelos de corrupção
Varina - mãe do Vara
Varinha mágica - uma cunha (pequenina) do Vara
Varíola - um Vara mariola
Varómetro - medidor de corrupção
Varonil - um Vara de Abril

Cara a cara com um predador feroz

aul Nicklen descreve a sua mais espectacular experiência como fotógrafo da National Geographic. Paul deparou-se frente a frente com um dos mais cruéis predadores do Ártico, mas o resultado não podia ser mais inesperado. A foca-leopardo maior que ele já tinha encontrado decide caçar para o alimentar, ao invés de o atacar. Uma história surpreendente contada na primeira pessoa.


muito interessante...parece a assembleia da républica!

Projecções em edifícios

Mais um belo exemplo de como a arte aliada à tecnologia consegue obter momentos mágicos.


Vantagens de não haver governação com maioria

O apagão da racionalidade

A guerra da NATO

Orçamento e credibilidade

16 de Dezembro: Ministro das Finanças recusa fazer Orçamento Rectificativo

15 de Abril: Teixeira dos Santos afasta cenário de um orçamento rectificativo

04 de Maio: Teixeira dos Santos diz que “orçamento rectificativo não é oportuno”

15 de Maio: Não vejo necessidade de Orçamento Rectificativo”, disse Teixeira dos Santos durante a conferência de imprensa onde anunciou as novas previsões do Governo

01 de Julho: Teixeira dos Santos continua a rejeitar necessidade de orçamento Rectificativo

21 de Julho: Sobre um eventual Orçamento rectificativo, o governante rejeitou a ideia, considerando que “os números hoje divulgados [pela Direcção-geral do Orçamento] consolidam a percepção que o Governo tinha inicialmente e dão sinais claros de controlo da despesa”.

20 de Agosto: Governo afasta orçamento rectificativo

10 de Novembro: Ministro diz que ainda é cedo para saber se haverá Orçamento Rectificativo

19 de Novembro: Governo apresenta orçamento rectificativo


Depois ainda há quem se admire por haver quem duvide da seriedade dos políticos.

Quinta-feira, Novembro 19, 2009

O NEGRO E O VERMELHO

A JUSTIÇA NA HUMANIDADE: DEFINIÇÃO

Segundo as manifestações da consciência universal e da ciência... esta Justiça deve ser em nós qualquer coisa de perdurável e de real-indicando uma relação de conexidade e de solidariedade... pelo menos dois termos, duas pessoas unidas pelo respeito comum da sua natureza, diferentes e rivais para todo o resto...
O homem, em virtude da razão de que é dotado, tem a faculdade de sentir a sua dignidade na pessoa do seu semelhante como na sua própria pessoa, de se afirmar ao mesmo tempo como indivíduo e como espécie.
A Justiça é o produto desta faculdade: é o respeito, espontaneamente sentido e reciprocamente garantido, da dignidade humana, em qualquer pessoa e em qualquer circunstância em que ela se encontre comprometida, e em qualquer risco a que nos expõe a sua defesa...
Estar pronto, em qualquer circunstância, a tomar com energia - em caso de necessidade, contra si próprio - a defesa dessa dignidade, eis a Justiça.
Isso equivale a dizer que, pela Justiça, cada um de nós se sente ao mesmo tempo como pessoa e colectividade, indivíduo e família, cidadão e povo, homem e humanidade...
Da definição de Justiça deduz-se a do direito e do dever. Sentir e afirmar a dignidade humana, primeiro em tudo o que se relaciona com nós próprios, depois na pessoa do próximo, e isto sem reconhecimento de egoísmo como sem qualquer consideração de divindade ou comunidade: eis o Direito.
O direito é, para cada um, a faculdade de exigir dos outros o respeito da dignidade humana na sua pessoa: o dever, a obrigação para cada um de respeitar esta dignidade noutrem.
No fundo, direito e dever são termos idênticos, to que são sempre a expressão do respeito, exigível ou devido: exigível, porque ele é devido; devido, porque ele é exigível; só diferem, no sujeito: eu tu, em quem a dignidade está comprometida. (Justice, Les Personnes.)
Sociedade, Justiça, Igualdade são três termos equivalentes, três expressões que se traduzem. (l.er mémoire, cap. V.)
A Justiça é a fórmula da sociedade. (Capac. Pol., liv. II, cap. V.)
A Justiça é, pois, uma faculdade da alma, a primeira de todas, a que constitui o ser social. Mas ela é mais do que uma faculdade: ela é uma ideia, implica uma relação, uma equação. Como faculdade, é susceptível de desenvolvimento: é este desenvolvimento que constitui a educação da humanidade. Como equação, não apresenta nada de antinómieo... e como toda a lei... ela é altamente inteligível. É através dela que os factos da vida social, indeterminados pela sua natureza e contraditórios, se tornam susceptíveis de definição e de ordem. (Justice, Les Personnes.)

o amor não escolhe

Agora é a minha vez

penso que ainda podemos ficar com fome

Big Ol’ Johnson

ÚLTIMA HORA!!!

FUNGÁGÁ DA BICHARADA



Vara mantém salário de 30 mil euros no BCP

O vice-presidente do Banco Comercial Português (BCP), Armando Vara, que é hoje ouvido pelo juiz de instrução criminal de Aveiro como arguido no processo Face Oculta, vai continuar a receber um salário de cerca de 30 mil euros brutos até ao apuramento dos factos, apesar de ter suspenso as funções.

O desemprego e o indicador...


Desemprego já atinge 696,9 mil portugueses e apenas

350,8 mil recebem subsídio

– Medidas do governo são insuficientes

Crise sistémica global

Os Estados face às três opções brutais de 2010:
Inflação, forte pressão fiscal ou cessação de pagamentos

A ABERRAÇÃO DO YUPPIE ANTÓNIO MEXIA

A economia nos Estados Unidos está em ruínas, enquanto a portuguesa cambaleia. Pois é neste momento que o presidente da Electricidade de Portugal (EDP), António Mexia, anuncia que vai investir 4000 milhões de dólares (2800 milhões de euros) naquele país. Numa conferência de imprensa em Washington o sr. Mexia anunciou que o investimento da EDP Renováveis em parques de centrais eólicas nos EUA vai criar cerca de 5000 empregos (para os estado-unidenses). Sem comentários.
A notícia está em Jornal de Negócios.

A bolha estatal na longa jornada da crise

Saia curta e privataria

IDH 2009 - O muro não derrubado entre o Norte e o Sul…

Quarta-feira, Novembro 18, 2009

O NEGRO E O VERMELHO

A JUSTIÇA, FORÇA IDEO-REALISTA DO UNIVERSO

A sua mais evidente característica é exprimir uma relação... A Justiça é produto, não simplesmente duma impressão do não-eu sobre o eu... uma troca entre dois eus... A Justiça é bilateral. Mas não basta que a Justiça seja a relação entre duas vontades: ela não cumpriria a sua missão se só fosse isso... É preciso que a Justiça... para se tornar eficaz, seja mais que uma ideia; é preciso que ela seja, ao mesmo tempo, uma realidade... (Justice, Position du probl. de la Just.) É preciso que ela seja realidade e idealidade; que, além disso, conserve, com a força de síntese que acabámos de lhe reconhecer, um carácter de primordialidade suficiente, para servir ao mesmo tempo, uma realidade... (Justice, Position du princípio a todo o conhecimento. Ora, a Justiça reúne ainda estas vantagens: ela é o ponto de transição entre o sensível e o inteligível, o real e o ideal - as noções da metaflsica e as percepções da experiência.
Esta Justiça, de que consideramos sobretudo, as nossas relações com os nossos semelhantes, o comando, não se impõe à compreensão e à imaginação com menos autoridade do que à consciência; a sua fórmula rege o mundo inteiro. (Justice, Philos. Pop.)
O que é a Justiça... senão o equilíbrio entre forças? A Justiça não é uma simples relação, um concepção abstracta, uma ficção do entendimento ou um acto de fé da consciência: ela é uma coisa real, tanto mais obrigatória quanto assenta sobre realidades, sobre forças livres. (Théorie de la Propr.,. cap. VI.)
A Justiça toma nomes diferentes, conforme as faculdades a que se dirige. Em ordem à consciência, a mais elevada de todas, a Justiça propiramente dita, é a regra dos nossos direitos e dos nossos deveres; em ordem à inteligência, lógica, matemática, etc., ela é igualdade ou equação; na esfera da imaginação, ela tem por nome ideal; na natureza, é o equilíbrio. Em cada uma destas categorias de ideias ou de factos, a Justiça impõe-se sob um nome próprio e como condição sine qua non; ao homem isolado, ser complexo, cujo espírito abarca, na sua unidade, os actos da liberdade e as opearções da inteligência, as coisas da natureza e as criações do ideal, ela impõe-se, sinteticamente, sempre com a mesma autoridade; e é por isso que o indivíduo que, nas suas relações com os semelhantes, falhando nas leis da natureza ou do espírito, falha na Justiça.
O homem raciocina, e a sua lógica não é senão um desenvolvimento da sua gramática, da qual aquela aproveita os termos copulativos: todavia, como a lógica se ocupa menos com a forma do que com o fundo, aproxima-se mais da Justiça, de que é, se permitem esta expressão, o secretário. Aqui aparece ainda o dualismo da Justiça. Quando Kant, depois de ter feito a enumeração das suas categorias, as distribui em seguida em quatro grupos, formados cada um duma tese e duma antítese, equilibradas por uma síntese; quando Hegel, seguindo aquele exemplo, constrói toda a filosofia sobre um sistema de antinomias: que fizeram, um e outro - mesmo enganando-se quanto ao papel e ao valor da síntese - senão revelar-nos esta grande lei, que domina toda a sua crítica... a Justiça, noção pura, e também jacto da experiência.
Alguém disse - Platão, se não me engano que o belo é o esplendor do verdadeiro.
Precisão na forma e na expressão, Justiça na vida social: a lei é sempre a mesma... Está ai o segredo do misterioso nó que une num conjunto a arte e a moral.
Falaremos da política e das suas reflexões? da economia política, da divisão sem fim das funções. do equilíbrio dos valores, da relação entre a oferta e a procura, do comércio e do seu equilíbrio?
Do mesmo modo que a noção de precisão - isto é, de Justiça - aplicada à forma das coisas, é transição entre o real e o ideal, também a noção económica de valor, ao mesmo tempo objectiva e subjectiva, é essencialmente de Justiça: transição entre o mundo da natureza e o mundo da sociedade.
Diremos, enfim, que a guerra, o antagonismo a todo o transe, não é senão uma investigação, pela juta das forças, da Justiça? (Justice, Philos. Popul.) O antagonismo, lei universal da natureza e da humanidade, o corolário da lei de Justiça, ou de equilíbrio.
Mas... o trabalho oferece ao antagonismo um campo de operação, doutro modo vasto e fecundo, tal como a guerra. (Guerra et Paix, cap. V, liv. V.) É sempre a luta... ou concorrência entre as forças, não a luta sangrenta... (Guerre et Paix, concl. gerais.)
Acção inteligente do homem sobre a matéria... o trabalho considerado sinteticamente nas leis da produção e da organização dá origem à Justiça... (Création de l'O., cap. IV.)
Esta justiça ideal é, ela própria, o produto da determinação cada vez mais exacta das relações sociais observadas quanto à objectividade económica, (Justice, 9.º estudo.)
Compreendeu-me perfeitamente, quando diss que a minha teoria sobre a Justiça era uma teoria realista... que, nisso, afastava-me sobretudo dos juristas, para quem a justiça não é senão um ideal, para não dizer uma abstracção. (Lettre à Langlois, 12 de Abril de 1862.)
A justiça, em si, é o equilíbrio entre as antinomias, isto é, a redução ao equilíbrio das forças em luta; numa palavra: a equação das suas respectivas pretensões. (Lettre à Langlois, 30 de Dez. de 1861.)
Em duas palavras, uma força de justiça, e não simplesmente uma noção de justiça.
Mas, para que serve insistir... É pela sua consciência, muito mais que pela sua compreensão, que o homem abarca... o Universo e a Humanidade; é esta consciência, para dizer tudo, que produz nele a razão, em que o próprio nome, conforme a etimologia, não significa outra coisa senão justificação do facto... a Justiça.
A Justiça é, ao mesmo tempo, para o ser racional, princípio e forma do pensamento, garantia do juízo, regra de conduta, fim do saber e fim da existência. Ela é sentimento e noção, manifestação e lei, ideia e facto. Do mesmo modo que, na natureza, tudo concorre... para o equilíbrio, também, na sociedade... todas as relações dos homens entre si são erradas pela Justiça; todas as leis da natureza derivam daquela, pela qual os seres, e os elementos que os compõem, estão ou tendem a ficar em equillbrio; todas as fórmulas da razão se reduzem à equação ou a séries de equações. A lógica, arte de raciocinar com precisão, pode definir-se, como a Química depois de Lavoisier, a arte de manter o equilíbrio... Com este indício, não se reconhece a existência duma filosofia..., filosofia ao mesmo tempo da razão e da natureza?
Ora, o povo possui, no seu intimo, a Justiça.
O povo, no que toca a Justiça, não é, falando com propriedade, um discípulo; muito menos ainda um neófito. A ideia está nele: a única iniciação que exige, como outrora a plebe romana, é a das fórmulas. Que ele tenha fé em si próprio, é tudo o que lhe pedimos; depois, que tome conhecimento dos factos e das leis: a nossa função não vai além disso. Somos os monitores do povo, não os seus iniciadores.
O filósofo deve ser, antes de tudo... um demonstrador prático.

levando com a vacina


rasto de rato

Lipdub em universidade francesa

Estudantes de uma universidade em Paris, ESSCA, filmaram um vídeo num só take, onde intervieram 287 estudantes.


reminiscências...


quem é este maluco?

Na perspectiva do bébé – o que ele tem que aturar!

eXTReMe Tracker
Estou no Blog.com.pt blogaqui?
Users Online