Terça-feira, Novembro 10, 2009

Corto às postas quem se meter comigo!


Tenho cara de tótó? Eu sei!


Empresários portugueses: incapazes, inúteis, nocivos e batoteiros


Empresários e mandarins,

Trafulhas, vigaristas e afins

tenho aquele brilhozinho nos olhos, não tenho?


Insultos

Até para insultar é preciso imaginação.

O verbo e a história


Dizem que o muro caiu há vinte anos. Mas não caiu, não. O muro foi derrubado. Ele e o projecto político que o alicerçava.

É diferente. É muito diferente. Quando dizem que “o muro caiu há vinte anos”, parece que se tratou de um fenómeno natural.

Todos somos Abéis e Caíns


“Criticar os costumes dos homens sem atacar ninguém em particular, será, realmente, morder? Não será antes o desejo de ensinar ou aconselhar? Além disso, quantas vezes me tenho criticado a mim próprio? Uma sátira que não poupa nenhuma das condições humanas não pretende atacar homem algum em particular, mas sim os vícios de todos.
Se alguém se ergue a gritar que foi ofendido, confessa que se sente culpado, ou, pelo menos, que em segredo se inquieta”.

A Igreja e a Escola

Sapatos ou sandálias

A psicologia de massas do fascismo segundo Wilhelm Reich

Um “pacto para o emprego” ou o “pacto para o desemprego e para a precariedade” de Sócrates e o país do ministro da Economia que não é o real

Separados à nascença

Os xiitas: o novo inimigo

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

O NEGRO E O VERMELHO

Contabilista e promotor nacional

Peço que se estabeleça a contabilidade da França. A França é uma casa comercial que não efectua as suas contas. (Carnets, 29 de Nov. de 1847.)
A estatística... existe a custo, sem a qual o Estado e a sociedade não têm senão uma existência instintiva, e não podendo dar conta de nada, navegam de escolho em escolho, de naufrágio em naufrágio. (Programme Révol.)
É preciso, para obter uma ideia justa, completa, dos fenómenos, comparar os mínimos e os máximos, tirar as médias... A economia dum povo é tanto mais perfeita... a ciência tanto mais avançada quanto todas as coisas se encontrem reguladas, cada vez mais, pela lei das médias... (Jutice, Les Biens.)
Estatistieas pormenorizadas, informações precisas sobre as necessidades e as existências, uma análise leal dos preços de revenda, as previsões de todas as eventualidades...
Vê-se como a produção e o consumo... se regularizariam... por meio duma inteligência mercurial e duma boa polícia económica... Mas é evidente que uma instituição tão preciosa só poderia ser proeza da vontade geral, e é justamente contra esta vontade que a pretexto de governamentalismo se erguem os liberais da economia. (Cap. Pol., liv. II, cap. VIII.)
Dizer como os produtos da obra colectiva sairam da sociedade... mostrar a gênese dos problemas de produção e de repartição, é preparar a sua resolução. (Contr. Écon., cap. III.)
O que faremos no dia seguinte à revolução:
... Lei para a organização dum serviço de esta'tlstica em toda a França.
... Lei sobre a contabilidade; esta lei é fundamental. (Carnets, 5 de Jan. de 1848.)
O povo não pedia... que o governo se apoderasse do comércio, da indústria e da agricultura, para os juntar às suas atribuições e fazer da nação francesa uma nação de assalariados; mas que se ocupasse das coisas do comércio, da agricultura e da indústria, de maneira a favorecer, segundo as leis da ciência, que são as da justiça, o desenvolvimento da riqueza pública... (Solut. du Prob. Social.)
Queremos que a obra especial do governo seja precisamente explorar o futuro, procurar o progresso, conseguir para todos liberdade, igualdade, saúde e riqueza. (Contr. Écon., cap. IV.)
Progresso, é saber, é prever. (Th. du Progrès, cap. IX.)

nunca ouvi tocar a ministra da cultura...


tal pai tal filho

Futebol feminino hardcore

Para quem pensa que o futebol feminino é só flores e pézinhos de lã, vejam a picardia destas jovens futebolistas na semi final da MWN 2009.


não gosto que me tirem fotos a meio da manhã

Estudante de mini saia origina uma desordem na escola

Em São Paulo, Brasil, uma estudante apareceu de mini saia na universidade e causou um tumulto de tal maneira que teve de ser escoltada pela polícia para fora da escola.


esta roda não quero eu perder

Rémi Gaillard – Tarzan

Rémi Gaillard, com o seu grito de Tarzan, provoca uma invasão de animais no jardim zoológico!


tira-me daí esse carro mal estacionado!

Este chapéu vai fazê-lo sorrir - literalmente

happiness hat from Lauren McCarthy on Vimeo.



The Happiness Hat from designer Lauren McCarthy is a wearable conditioning device that detects if you’re smiling and provides pain feedback if you’re not. Frowning creates intense pain but a full smile leaves you pain free.
An enclosed bend sensor attaches to the cheek and measures smile size, a servo motor moves a metal spike into the head inversely proportional to the degree of smile. Through repeated use of the Happiness Hat you can train your brain to smile all the time.

The Spinaroo - outra maluca mas engraçada invenção!

carro de médico

Mais um artista que não devia dispensar capacete!

Impostura científica na Gulbenkian

Uma linha na areia

Ainda sobre o Nobel de Obama

Para a Academia Sueca a paz passa pela guerra

O pacto de Sócrates para o desemprego e para a precariedade
- A economia do ministro da Economia e a economia do país real

Estados Unidos-África – A proliferação das ingerências em nome da Paz

Domingo, Novembro 08, 2009

O NEGRO E O VERMELHO

Papel socio-económico: iniciador, incitador e regulador

O que é o governo?
O governo é a economia pública, a administração suprema dos trabalhos e dos bens de toda a nação. (Prem. Mém.) A nação é como que uma grande sociedade, em que todo o cidadão é accionista.
Numa sociedade livre, o papel do Estado ou do governo é, por excelência, um papel de legislação, de instituição, de criação, de inauguração, de instalação; é, o menos possível, um papel de execução.
Com respeito a isto, o nome de poder executivo, pelo qual se designa um dos aspectos da força soberana, contribui singularmente para deturpar as ideias. O Estado não é um empresário de serviços públicos, o que seria compará-lo aos industriais que se encarregam de empreitada dos trabalhos da cidade. O Estado, quer promulgue leis, quer aja ou vigie, é o gerador e o director supremo do movimento; se por vezes uma obra é conduzido pela sua mão, é na qualidade de primeira manifestação para dar o impulso e dar um exemplo. Uma vez realizada a criação, feita a instalação ou a inauguração, o Estado retira-se, abandonando às autoridades locais e aos cidadãos a execução do novo serviço...
Compreendo, admito - em caso de necessidade, reclamo - a intervenção do Estado em todas as grandes criações de utilidade pública; só não vejo a necessidade de deixá-las debaixo da mão dele, logo que sejam entregues ao público. Uma semelhante, concentração, quanto a mim, constitui um verdadeiro excesso de atribuições. Pedi em 1848 a intervenção do Estado para o estabelecimento de bancos nacionais, instituições de crédito, de previdência, de seguros, como para os caminhos de ferro; nunca coube no meu pensamento que o Estado, tendo concluído a sua obra de criação, devesse ficar para sempre banqueiro, segurador, transportador, etc. Certamente, não creio na possibilidade de organizar a instrução do povo sem um grande esforço da autoridade central, mas não fico por isso menos adepto da liberdade do ensino, como de todas as liberdades... Que haja um tribunal de contas, assim como uma repartiçã de estatística, instituídas para coligir, verificar e generalizar todas as informações, todas as convenções, todas as operações de finanças à superfície da República, ainda bem! Mas porque razão todas as despesas e receitas haveriam de passar pelas maos de um tesoureiro, recebedor ou pagador único, ministro do Estado?...
Numa sociedade regularmente organizada, tudo deve estar em crescimento contínuo, ciência, indústria, trabalho, riqueza, saúde pública; a liberdade e a moralidade devem caminhar com o mesmo passo. O movimento, a vida, não param um instante. Órgão principal deste movimento, o Estado está sempre em acção; porque, ele tem, sem cessar, novas necessidades a satisfazer, novas questões a resolver. Se a sua função de primeiro motor e de importante director é incessante, as suas obras, em compensação, não se repetem. Ele é a mais elevada expressão do progresso. Ora, que acontece quando, como vemos quase que por toda a parte, como vimos quase sempre, ele se atrasa nos serviços que criou, e cede à tentação do açambarcamento? De fundador, torna-se manobra; já não é o génio da colectividade, que fecunda, dirige e enriquece, sem impor qualquer constrangimento: é uma vasta companhia anónima, de seiscentos mil empregados e de seiscento mil soldados, organizada para fazer tudo, e que, em vez de vir em ajuda da nação, em vez de servir os cidadãos e as comunas, as espolia e as oprime. Cedo a corrupção, a defraudação, o desmazelo entram neste sistema; totalmente ocupado em se manter, em aumentar os seus privilégios, em multiplicar os seus serviços e aumentar o seu orçamento, o poder perde de vista a sua verdadeira missão, cai na autocracia e no imobilismo; o corpo social sofre, e a nação, ao contrário da sua lei histórica, começa a declinar. (Princ. Fédér., cap. VIII.)
O Estado já não deve comandltar o trabalho, fazendo-se industrial ou comerciante: a sua missão é advertir, estimular, e depois abster-se... (Th. de la Prop., apêndice.)

A noite da tangerina

Tangerine Dream - Sratosfear 1995



FRUTOS
Eugénio de Andrade


Pêssegos, peras, laranjas,
morangos, cerejas, figos,
maçãs, melão, melancia,
ó música de meus sentidos,
pura delícia da língua;
deixai-me agora falar
do fruto que me fascina,
pelo sabor, pela cor,
pelo aroma das sílabas:
tangerina, tangerina.

paisagem

Da próxima é melhor usar um capacete!

novo sinal

Veado ao pequeno almoço

vê lá se ficas chamuscado

Somos Funcionarios Publicos!

Hino dos Funcionários Púbicos realizado por funcionários do Departamento Técnico de Planeamento e Urbanismo da Câmara Municipal de Portimão.
»»»Vamos fazer desta canção um Hino Nacional«««
Musica ao estilo de paródia e comédia, uma brincadeira ensaiada e gravado á noite, sendo o áudio gravado na AlvorFM e o vídeo gravado no Auditório Municipal de Portimão.

novo sinal

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